Aqui você fica sabendo, nas internas, o que está acontecendo na LOST ART. Ajude: Sugestões, críticas, erros, etc. Podem ser corrigidos enviando um e-mail.

30.01.01

Os anúncios do Superbowl estão no Adcritic.com. Pra quem curte, é um prato cheio.

29.01.01

Lola escreve sobre o filme "Contos Proibidos do Marquês de Sade" ("Quills").

A página de graffiti tem versão em inglês, já que a Susan Farrell, do ART CRIMES, a "mãe" de todos os sites de graffiti, andou visitando o LOST ART. Continuamos consertando e concluindo as páginas incompletas na ordem das reclamações. Arrumamos a navegação da página de souvenirs.

28.01.01

Algumas páginas que não funcionavam direito, como a galeria de fotos de bungy, foram consertadas.

27.01.01

Lola escreve sobre o filme "O Náufrago" ("Cast Away").

Os clones de seres humanos ainda não estão entre nós, mas tem gente tentando. Uma conhecida nossa viu a Louise e em seguida estava com dreads. Depois, tatuou os dois braços do jeito da Lou. Não chega a ser "mulher solteira procura", mas não deixa de ser estranho...

26.01.01

Almoço ontem na casa do Maká, com Jun e Vivian. Comida caseira... hmmm.

54 países em guerra pelo mundo e um chopp tá na capa da Istoé? Quantos anunciantes de cerveja será que tem na mesma edição? Independente? Não economicamente, podemos dizer...

"é impossível não se ser revolucionário num mundo em que tantos milhões de pessoas morrem de fome. É necessário construir uma nova globalização, uma globalização feita pelos povos e não pelo dinheiro. Enquanto houver gente a morrer de fome, haverá sempre revolucionários". Ben Bella

A minha tia Judith Biglione, que é a mãe do guitarrista Victor Biglione, (primo do Ig) é a representante Brasileira do Simultaneous Policy, e está no Fórum Social Mundial em Porto Alegre participando dos debates sobre a globalização. Enquanto isso, em Davos, na Suiça, os mestres do universo e donos da riqueza mundial recebem os políticos que se ajoelham impotentes frente ao poder econômico das multinacionais, bancos, e corporações... Que as sociedades do mundo estarão em contato cada vez mais próximo é inevitável, mas que o chamado "mercado livre" seja dominado por valores econômicos anglo-saxões não é. John Gray em "False Dawn" Se você prestigiar aquele mercadinho do seu bairro ao invés de ir a um Walmart, alugar seu vídeo na locadora independente ao invés de uma Blockbuster da vida, e prestar atenção no que consome e pra onde está indo seu dinheiro, já dá pra fazer uma pequena diferença... Herbert já dizia, "a vida é um McLanche Feliz".

foto © ignacio aronovich

Lixo pra você, sustento pra eles...

Pessoas que moram em SP deveriam ser obrigadas a visitar um lixão, como o de Carapicuíba, ai na foto do lado. Depois teriam que juntar todo o lixo que produzem em um dia. Ao perceber a quantidade de lixo gerado, passariam a escolher melhor os produtos consumidos, pensando também em suas embalagens... Quando estivemos fotografando no lixão, percebemos que tudo, absolutamente tudo o que jogamos fora é disputado por pessoas que vivem exclusivamente dos dejetos dos outros. 83% das 14.000 toneladas de lixo geradas todo dia em SP vem do lixo doméstico. Todo mundo reclama, mas poucos fazem alguma coisa. Hábitos rotineiros...contam, e muito! Basta ficar atento e ter bom senso.

24.01.01

É inconcebível que seja permitido o tráfego de embarcações transportando petróleo e agentes poluentes próximo a santuários ecológicos como as ilhas de Galápagos. Erro do capitão? É, mas quem fiscaliza a navegação por ali? Exxon Valdez, Alaska, Baía de Guanabara, RJ... agora, Equador. Mais um na extensa lista dos desastres ecológicos...

23.01.01

Lola escreve sobre o filme "Corpo Fechado".

20.01.01

Mudamos o personagem que ilustra esta página. O amigo ai de cima foi feito pelosGêmeos, parte de um projeto tipo, "we could tell you but then we would have to kill you". O nome já foi "Atômico", mas os gêmeos mudaram e ainda não sabemos como é que ficou.

Pura Vida.

Só agora sobrou um tempinho para escrever umas linhas sobre minha (Louise) ótima viagem a Costa Rica. Fui acompanhada pela editora Raquel Verano, ex-Veja, que é super profissional. Apesar da encrenca de cobrir o país inteiro em oito dias, nos entendemos muito bem e nos divertimos muito.

Mais antiga democracia da América Central, cheia de riquezas naturais, a Costa Rica não tem exército, e os políticos não podem se re-eleger após o mandato. Isso os dá uma chance de fazer bem feito, ou queimar o filme. Brasileiros são muito bem recebidos, e o país despertou para o ecoturismo de forma determinada.

As fotos você poderá ver na edição de março da Viagem e Turismo.

A Costa Rica é uma versão do Brasil com que sonhamos... Tucanos voando sobre o nosso carro na estrada, iguanas na janela do quarto do hotel... e um povo simples, educado, e digno. Natureza preservada, cultura, e liberdade. E por aqui, alguém se habilita a dar o primeiro passo começando por não jogar lixo na rua?!

19.01.01

Flashback. Rock in Rio II no Maracanã. Dia do heavy metal, e o Lobão no meio. Quem estava fotografando na frente do palco também sofreu. Foi uma chuva interminável de garrafas, tênis (!), e substâncias não identificadas. Já no show do Sepultura, avistei a Gloria (manager da banda na época, e esposa do Max hoje) no palco, e ela me liberou o acesso. De cima do palco, com luz natural, fiz uma foto do Andreas, com a 300mm, que acabou na capa da Trip. Temos boas fotos e histórias de outros shows memoráveis, mas que terão que esperar até que as páginas que já estão disponíveis fiquem 100%. Então, pro pessoal que escreve reclamando das (inúmeras) páginas com links quebrados, galerias com fotos que não ampliam, etc, pedimos desculpas e avisamos que estamos consertando tudo na ordem das reclamações. Como disse o Mário Av, as reclamações são bom sinal, quer dizer que tem gente acessando.

fotos © Ignacio Aronovich

O melhor foi a madrugada depois do show, que terminou com todo mundo bebum dentro do mar em Copacabana.

18.01.01

Esta página já estava com mais de 150k, então agora dezembro está aqui.

Uma vez, ao embarcar da Austrália para o Brasil, comprei um livro no aeroporto que me prendeu a atenção durante as trinta horas de vôo. "The World's Most Dangerous Places" é um volume com mais de mil páginas, com histórias de pessoas que estiveram nos lugares mais casca-grossa do mundo. O livro é uma fonte incrível de informações, com relatos de pessoas que estiveram em aviões sequestrados, atentados a bomba, tiroteios, e tem todas as dicas de segurança para as mais variadas situações. De quebra, identifica e explica todos os maiores conflitos do mundo. É o único volume que concentra todas as informações, inclusive de contato, dos maiores grupos rebeldes do mundo. Quer saber o que é FARC, LRA, PKK, Taliban, e um monte de outras coisas? Tá tudo lá.

O autor, Robert Young Pelton, é um canadense que teve que se virar desde bem cedo para sobreviver. Aos dez anos sua mãe decidiu: "tá na hora de você virar um homem" e o colocou na escola St. John's ("america's toughest boys school"), em Manitoba, onde eles tinham que fabricar e vender salsichas, além de encarar remadas de mais de mil quilômetros em lagos gelados e caminhadas de longa distância de snowshoe. Depois, após uma breve carreira de marketing onde trabalhou, entre outras coisas, no lançamento do Macintosh, Pelton decidiu correr atrás de seus sonhos e ir atrás dos lugares mais perigosos do mundo. Isso depois de ter participado duas vezes do Camel Trophy, ter realizado expedições em Bornéu, e outras aventuras por aí. O cara é foda. Sobreviveu a uma queda de avião, a um atentado a bomba (a bomba explodiu onde ele estava sentado cinco minutos antes), e entrevistou líderes rebeldes que jamais haviam dado entrevistas. Quando o exército Russo bombardeou e invadiu Grozny, na Chechênia, ele estava lá. O único ocidental na Argélia sem guarda-costas? Ele mesmo. E sempre com senso de humor e a habilidade de enxergar todos os lados das questões de forma clara e objetiva.
Robert Young Pelton em uma prisão no norte do Afeganistão.
foto copyright © RYP

Tá, e dai? Eu já havia lido as duas últimas edições do WMDP, e a biografia dele, "The Adventurist". Já haviamos sugerido uma entrevista com ele para a Playboy e para a Trip. Ambas recusaram e tem dedicado suas páginas a pessoas super interessantes como Rogério Gallo e Dinho, respectivamente. Nada pessoal, mas achamos que o RYP tem coisas mais interessantes pra dizer. Agora que temos a nossa página, pra que esperar? Tá aqui a entrevista. O RYP gostou e disse que foram as melhores perguntas que já fizeram pra ele, o que nos deixa mais felizes ainda. E, de quebra, mandou fotos inéditas da última viagem dele para ver de perto a guerra na Colômbia. Se podemos aprender alguma coisa com ele, é: não acredite no que você lê, tente ver pessoalmente para tirar suas próprias conclusões. A página Gente andava meio esquecida, por falta de tempo (como sempre), mas com essa entrevista tiramos um pouco do atraso. English version here. Enjoy.

17.01.01

Fotos do terremoto em El Salvador aqui. Exposição imperdível da World Press Photo rolando na Fiesp. Veja online aqui.

16.01.01

Alguns dias depois, estamos de volta. A Louise voltou da Costa Rica, fez aniversário, estivemos comemorando, matando a saudade, e trabalhando mais do que tudo. Editar as 900++ fotos da Costa Rica dá um trabalhão, e rolou simultaneamente o fechamento de uma matéria sobre a nossa viagem de bike que sai mês que vem em uma revista. A Lola mandou pra gente uns e-mails que ela tem recebido de pessoas que leram as listas de piores e melhores filmes dela. O melhor foi um particularmente ofendido com alguma escolha dela que escreveu, "morralolamorra"...

Atendendo a pedidos fizemos uma página nova, pra explicar a navegação, chamada GPS, óbvia pra alguns mas solicitada por outros... E não podemos deixar de agradecer ao Mario Av e a Mariana pelos elogios e links ao nosso site. Valeu!

15.01.01

Consciência. Visitem o Clickárvore. Basta clicar no site e eles plantam uma árvore. Vale a pena colocar como página default no browser e clicar todos os dias. O planeta agradece... Legal também é o Tokion Tree Fund. A iniciativa da revista nipo-americana (com a qual colaboramos) é excelente. Eles fizeram um estudo pra estimar quantas árvores são derrubadas para o papel de cada edição (bimestral) publicada. Chegaram ao número de oitocentas e quarenta árvores. Então, toda edição que sai, eles vão e plantam as 840 árvores. A estimativa de árvores necessárias para publicar uma das melhores revistas do mundo, a National Geographic é de um milhão de árvores por ano. São 10 milhões de exemplares publicados mensalmente... Mas ao contrário de várias outras publicações que são um verdadeiro desperdício de papel, a National Geo vale a pena guardar.

14.01.01 happy birthday Louise!

12.01.01 reclamação da semana : crédito obrigatório

A gente já escreveu aqui antes sobre a falta de crédito para os fotógrafos na internet. A ausência está em todo lugar, mesmo que o crédito seja obrigatório por lei. Nesses casos o correto é cobrar uma multa de 150% sobre o valor pago pela publicação. O correto, porque cobrar a multa é fechar uma porta. Na Terra deste mês, publicaram fotos nossas da Rio Eco. Na versão da Terra online (pra quem assina o UOL) na página "Este Mês" está lá, uma foto (mutilada) do Ig. A mesma que você pode ver aqui, neste site. Cadê o crédito? Na verdade eu acho que é preguiça de quem faz a versão online, e como quase ninguém reclama, passa batido. E as revistas que pagam direitos de uso de imagem para mídia impressa, usando fotos em editoriais, e depois pegam as fotos e usam no site, sem pagamento adicional? Sorry pessoal, fotógrafos cobram por cada uso específico. Se a revista impressa vende anúncios, e a versão eletrônica tem banners, estão vendendo duas vezes espaço, mas querem pagar só uma vez . Por isso nossos contratos atuais deixam bem claro quais são os direitos que estão sendo cedidos. Se todos os fotógrafos fizessem o mesmo...

11.01.01

Com umas duas semanas de atraso, estão online as listas bem humoradas da Lola de melhores e piores filmes dos anos 90 além de uma lista de menções honrosas. Sobra pra todo mundo, mas cada um com suas opiniões... Maiores e melhores udpates em breve...

10.01.01

Quase uma semana sem updates. Ou, quase sem updates, mas rolou uma página nova. O novo Powerbook G4 é de titânio e é bem bacana. De repente o titânio resolve o que ao meu ver é um dos maiores problemas dos laptops mais finos (o Powerbook novo tem 1 polegada de espessura): o excesso de flex na tela de cristal líquido. A tela é tão fina que ao passar os dedos na tampa dos modelos atuais você pode ver o movimento na tela. Dá uma certa aflição, mas é uma máquina incrível. Agora, com um chip G4 não deve dar pra usar no colo muito tempo, a não ser no inverno... como aquecedor. Claro que no Brasil vai chegar custando mais ou menos o preço de um carro compacto... Alguem por ai quer comprar um Powerbook G3 usado? Dias de pedal em SP, entre uma chuva forte e outra.

04.01.01

Louise fotografa rafting hoje no rio Pacuaré, na Costa Rica. O rio, classe III-IV onde ela vai remar, é considerado um dos quatro rios mais bonitos do mundo. A Rio Tropicales é a operadora, uma escolha excelente, já que a empresa é a melhor do país e seu dono escreveu o livro dos Rios da Costa Rica. Na foto aqui do lado, uma imagem de rafting que eu fiz na Australia, no rio Tully, (que fez parte do percurso do Eco-Challenge de '97). O trabalho parece divertido, mas na verdade é difícil. Pra fotografar, dá pra fazer imagens de dentro do bote, usando uma F90x com uma 20-35mm em uma ewamarine. Outro corpo Nikon vai dentro de um case pelikan com uma 80-200mm 2.8, um flash, e mais filme. O case fica preso com uma fita e mosquetões no bote, já que virar o bote sempre faz parte do passeio (mas perder o equipamento não). Durante as descidas, entre uma remada e outra, dá pra fazer algumas imagens de dentro do bote. E, se der pra se posicionar nadando ou remando até a margem, ai é abrir o case, enxugar as mãos, e fotografar com a tele, "aquela" foto clássica de rafting, a expressão dos ocupantes do bote antes de um grande drop . Guarda a camera no case, prende de novo no bote, e rema com força pra ultrapassar os outros botes e repetir a operação. Isso com condições no mínimo complicadas de fotometria, já que a floresta nas margens é densa e escura, e as corredeiras são brancas (whitewater).... expor corretamente filmes com baixa tolerância a erros demanda decisões rápidas... fotografar nessas condições é sempre um desafio. Tomara que o tempo ajude. Mas pior ainda é encarar isso diariamente, com a "leve brisa" da Patagônia. Pois é isso que nossos amigos Gui Von Schmidt e Betão Pandiani estão encarando na Expedição Rota Austral. Bons ventos pra eles, e boas fotos pra Louise...

foto © ignacio aronovich
 

03.01.01

A Louise foi hoje pra Costa Rica, com a árdua tarefa de 10 dias de fotos pra Viagem e Turismo. Por aqui, vários deadlines editoriais, correria atrás de patrocinadores para projetos deste ano, e vamos tentando aos poucos tirar este site do atraso... Hoje pedalei em SP e a cidade mesmo não tão vazia como o standstill dos dias entre o Natal e o Reveillon, não fica melhor do que isso. Não quer dizer muita coisa nesta cidade quase inabitável, mas é alguma coisa...

01.01.01 Feliz Ano Novo!

 
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